Rastros sob a delicadeza, caminhos de maçã em carne.
Noites suspensas sob os contornos noturnos de sua pele, calculada em chamas,
Extraida de um milhão de deuses e homens,
Adormecidos no tempo etéreo de nossa virgindade e prece.

És a falta que me comove e não encontro no poema.
Qual é o aroma que veste e desfolha o pálido caminho dos teus pés errantes?
Foi brasa, delícia, o beijo, Klimt.
Um instante e a sua voz inaugura tudo o que em mim é sagrado.

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