Telefone
E este espaço infindo que habitaste em nós
Desligamo-nos em aparelhos
E o silêncio que inaugura, o silêncio se desfaz da amargura de não se suportar silêncio
É menor, ainda,
Que o silêncio em comunhão
Que propusemo-nos em silêncio, essa linguagem descabida, essa linguagem ausência De verbo, sentido e coesão
Me incendeia surdamente ao avesso, sentido de gestos, … Atmosferas paralisadas dentro da beleza que se liquefaz  incessantemente…
Des(encontros)
Ao acaso
O amor se duvida, a feiura da morte não, a beleza da morte fugidia  
A Dúvida, verdade-mentira
amanhece
e
escurece
eternamente em nós
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