Você,
Sussurra teus devaneios,
Com reticências de desespero..
Eu os recolho… Recuo teus dilúvios…
Esmigalhados, em sangue,  jogo à brasa seu padecer
E te entrego
O que restou é findo,
Matéria-prima para versos,
Dessa dor, …
Que só suporto dentro do teus olhos,
Transformada em esquecimento,
Pelo carinho,
Da minha matéria amante.
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